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Final de ano com segurança: especialista alerta para prevenção de afogamentos de crianças em piscinas, banheiras e ambientes aquáticos

18 de dezembro de 2025
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Fim de ano com segurança: especialista alerta para prevenção de afogamentos de crianças em piscinas, banheiras e ambientes aquáticos

Docente de Enfermagem da UniFAJ explica a cadeia de prevenção ao
afogamento e orienta pais e cuidadores para cuidados durante festas e
confraternizações
Com a chegada das festas de final de ano e o aumento de encontros em casas
com piscina, chácaras, praias e clubes, o risco de afogamento infantil cresce de
maneira significativa. Dados do Boletim Epidemiológico 2025, divulgados através da
Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), mostram que
afogamento é a segunda causa de morte de crianças na faixa etária entre 1 e 4
anos no país e pode ocorrer de forma rápida, silenciosa e até mesmo em poucos
centímetros de água.
De acordo com o docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário de
Jaguariúna (UniFAJ), Luiz Fernando Fogaça, o principal fator para impedir
acidentes é a prevenção, considerada o primeiro elo da cadeia de sobrevivência
no afogamento. Ele ressalta que prevenir envolve ensinar a criança a nadar,
defender a supervisão continuado e jamais deixá-la sozinha próxima a qualquer
quantidade de água acima da altura da cintura, incluindo piscinas, baldes
grandes, caixas d’água, lagos e até banheiras usadas para banho.
O professor reforça que muitos acidentes graves ocorrem justamente em
situações cotidianas e aparentemente inofensivas. Um dos exemplos mais
comuns é quando responsáveis deixam o bebê na banheira por instantes para
atender o telefone ou fazer outra tarefa rápida. Fogaça alerta ainda que um
dos erros mais comuns é acreditar que nada ocorrerá em unicamente alguns
segundos. “Uma mãe que deixa o bebê na banheira para atender o telefone, por
exemplo, pode voltar e encontrar a criança já submersa. A desatenção é o maior
erro”, enfatiza.
O especialista destaca que o atendimento ideal a um caso de afogamento
continua uma sequência fundamental conhecida como cadeia de sobrevivência. O
primeiro elo é a prevenção, o segundo é o reconhecimento rápido de que a
criança está se afogando e o terceiro é acionar o serviço de emergência
ideal. Ele explica que o Corpo de Bombeiros, acionado através do 193, é o órgão
responsável por retirar vítimas da água, enquanto o SAMU, no 192, age depois de a
remoção. “Muita gente não sabe, mas é o 193 — e não o 192 — que deve ser
acionado primeiro. O SAMU não entra na água, quem faz o resgate é o Corpo
de Bombeiros. Quanto mais tempo a criança se mantém submersa, maior será
o grau do afogamento e maior o risco de óbito”, esclarece. Outra dica, segundo
o especialista, enquanto o serviço de emergência é acionado, pode ser
importante jogar um objeto flutuante para que a pessoa que esteja se afogando
tente se manter apoiado ao objeto até o Corpo de Bombeiros chegar.
Depois de o acionamento, quando e se tiver segurança, a remoção imediata da
vítima da água é essencial. A contar disso, identifica-se o grau do afogamento,
que varia entre níveis leves e gravíssimos. Conforme explica o docente, quanto
maior o grau, mais complicada é a situação clínica, principalmente nos níveis
quatro, cinco e seis, que aumentam substancialmente o risco de morte. As
consequências variam desde ingestão leve de água até danos pulmonares,
hipóxia, que é a falta de oxigênio nos tecidos ou células do corpo, e complicações
neurológicas graves. Ele também explica a diferença entre afogamento
“molhado”, em que existe ingestão significativa de água nos pulmões, e o
afogamento “seco”, quando ocorre fechamento da epiglote, impedindo a entrada
de ar e levando à insuficiência respiratória, mesmo sem grande volume de água
aspirada. Em alguns casos, crianças chegam vivas ao hospital, mas podem
apresentar complicações tardias, como broncoaspiração.
Fogaça reforça que, principalmente nas festas de final de ano, quando todos estão
distraídos com conversas, música e confraternizações, a supervisão precisa ser
reforçada e compartilhada entre os adultos presentes. Ele destaca que redobrar
a atenção, ensinar crianças sobre segurança aquática e defender que alguém
saiba acionar socorro e prestar suporte básico de vida são atitudes que podem
impedir tragédias. “Prevenção salva vidas. Estar atento, não se afastar e saber
acionar o serviço correto fazem toda a diferença”, conclui o professor.
—
Sobre UniFAJ e UniMAX
Com 26 anos de atuação e mais de 10 mil alunos estabelecidos, o Centro Universitário de Jaguariúna
(UniFAJ) e o Centro Universitário Max Planck (UniMAX), ambos do Grupo UniEduK, são
instituições reconhecidas através do MEC com nota máxima (5). São mais de 50 cursos nas regiões de
Saúde, Humanas, Exatas, Tecnologia e Agronegócio, distribuídos entre 8 campi nos municípios de
Jaguariúna e Indaiatuba, no interior de São Paulo. A estrutura inclui hospitais veterinários,
centros de especialidades médicas, clínicas médicas e laboratórios modernos. O modelo de
ensino é baseado em metodologias ativas de aprendizado e os cursos presenciais contam com
através do menos 50% de aulas práticas desde o começo, além de certificações intermediárias nas
modalidades EAD, extensão, pós-graduação e MBA

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