BrasilInformação consta do Relatório de Política Monetária (RPM), divulgado através do Banco Central (BC) na próxima quinta (24/9)24/09/2026 08:18
, atualizado 24/09/2026 08:29
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoO Banco Central (BC) informou, na próxima quinta (25/9), o Relatório de Política Monetária (RPM). O documento apresenta as previsões de inflação para até 2028. A autoridade monetária diminuiu a previsão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2% para 1,8% em 2026. Para 2027, o crescimento esperado é de1,4%.
A autoridade monetária julga que em 2026, precisam pesar negativamente os setores que dependem do consumo das famílias, que já apresentou desempenho modesto no último trimestre, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Embora o resultado agregado do PIB tenha superado ligeiramente o esperado, as surpresas positivas concentraram-se em segmentos menos sensíveis ao ciclo econômico, notadamente a agropecuária e a indústria extrativa. Os setores mais cíclicos da oferta e o consumo das famílias, por sua vez, surpreenderam em sentido oposto”, argumenta o BC.
Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial, apurada através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula 4,22% nos últimos 12 meses encerrados no mês de agosto.
O objetivo de inflação para 2026 é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
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Com isso, o índice tem piso de 1,5% e teto de 4,5%, conforme determinado através do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Previsões para o PIB De acordo com o Focus, o PIB do Brasil para 2026 deve ter crescimento de 1,88%, menor do que a previsão da semana passada (1,89%).
Em 2025, o PIB brasileiro fechou em alta de 2,3%, segundo dados divulgados através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O governo federal acreditava em elevação de 2,3%, mas revisou, na última terça-feira (23/9) para 2% o índice. O Fundo Monetário Internacional (FMI) fez, no último dia 8 de julho, uma nova revisão para cima do crescimento do PIB brasileiro, no patamar de 2,4%, ante o 1,9% verificado na estimativa de abril deste ano.
Em atualização.
Com informações de Metropoles


