Close Menu
Correio JaguariúnaCorreio Jaguariúna
  • Capa
  • Jaguariuna
  • Atualidades
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Fale conosco
Fique por dentro

Caiado rebate pergunta sobre reformas: “Não estamos numa mesa examinadora”

26 de agosto de 2026

Jaguariúna promove ações do Agosto Lilás contra a violência à mulher

25 de agosto de 2026

Câmeras mostram motorista mexendo no celular segundos antes de atropelamento fatal em Jaguariúna

25 de agosto de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
quarta-feira, agosto 26
Facebook X (Twitter) Instagram
Correio JaguariúnaCorreio Jaguariúna
Topo Correio
  • Capa
  • Jaguariuna
  • Atualidades
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Fale conosco
Correio JaguariúnaCorreio Jaguariúna
Jaguariuna

1919- UMA FÁBRICA DE FARINHA DE MILHO E DE MANDIOCA

25 de agosto de 2024
WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Telegram
1919-uma-fabrica-de-farinha-de-milho-e-de-mandioca
1919- UMA FÁBRICA DE FARINHA DE MILHO E DE MANDIOCA

A Associação Comercial e Industrial de Jaguariúna tem solicitado à Casa da Memória Padre Gomes de Jaguariúna pesquisa reveladora dos primeiros movimentos comerciais e industriais de Jaguariúna. Qual nossa paisagem cultural. Aqui havia café nas fazendas. Era pequena a lavoura do milho, arroz, feijão, depois, algodão. Também havia a pecuária, gado de corte e leiteiro. Os marchantes compravam e vendiam suas boiadas. Buscavam no sul de Minas, através do interiorzão de São Paulo. As comitivas de boiadeiros seguiam com fazendeiro, peões, cozinheiro. Cruzavam estado, cidades, rios sem pontes, trazendo boiadas. Dormiam em pastos, sob árvores…como canta a canção “Mágoas de boiadeiro”.

Havia comércio na Estação do Jaguary e no centro da vila, nas ruas Alfredo Engler, Cel Amâncio, Cândido Bueno… Nesta procura das primeiras atividades industriais achamos em “A Comarca”, semanário mogimiriano, edição de 26/06/1919 interessante reportagem enviada através do correspondente do Jaguary, Caetano Santos Pereira. Traz publicadas as primeiras raízes vistas de um Movimento Industrial local. O jornal mostra a história de uma família pioneira de imigrantes italianos e o seu trabalho diário construindo o progresso da atividade empresarial. Era a fazenda do Sr. Alexandre Munaretti, casado com D. Adele Poltronieri.

Tinham nove filhas e seis filhos. Na Fazenda Roseira, a força das águas do rio Jaguari girava uma roda grande de madeira que impulsionava máquinas que trabalhavam o produto de sua lavoura. Era a roda d’água que beneficiava o arroz, moía o milho, produzia o fubá, e da mandioca se tirava a farinha: movimento industrial. Era o dia a dia daquela família italiana que já havia carpido muito café e com planejamento e economia de guerra compraram suas próprias terras: a Fazenda Roseira. Agora, determinados, a luta continuava para manter o patrimônio. A Fazenda Roseira era uma propriedade agrícola e industrial e o seu dono era autoridade policial na vila e elemento de prestígio da direção republicana.

Sempre presente aos movimentos políticos e sociais e comemorações de datas cívicas, inclusive italianas, com desfiles, bandas, leilões e concorridas Tômbolas (Bingo) no Velho Jaguary. A sede da fazenda ficava no alto, local onde hoje se encontra a grande rotatória Campinas-Mogi-Jaguariúna. A seção industrial ficava à beira do rio. Muitas máquinas que eram abrigadas em amplos barracões que serviam também como depósito de cereais. Havia dois grandes aparelhos para prensar mandioca e dois tanques de alvenaria e cimento para lavagem dela. Notavam-se dois raladores, grande forno giratório automático para secar a farinha. Um hábil mecânico da Vila de Posse de Ressaca, Sr. Querino Semeghini construiu e instalou o forno que levava vantagem sobre outros fornos, mais lentos que eram ainda usados.

A peça dispensava operário, recebia a farinha de uma calha, seca e despejava-a pronta nos sacos. Em outra seção encontrava-se o moinho de fubá; pilões para arroz e milho; engenho de cana e apetrechos respectivos, tanque e tachos para garapa; alambiques para fabricação de aguardente e açúcar, máquina de trazer benefícios para arroz; carpintaria, tornos, serra circular, rebolo para afiar ferramentas e tornearia de objetos fantasia, de madeira. Todos os numerosos mecanismos eram movidos através da citada roda d’água que o Jaguary movia dia e noite, gratuitamente. O Sr. Munaretti produzia de 70 a 80 sacos de farinha de mandioca, semanalmente. A redação de “A Comarca” viu o resultado do esforço do valente trabalhador cumprimentou-o através do progresso seu, da esposa e dos filhos que eram também responsáveis através do movimento da empresa.

Tomaz Aquino

Notícias relacionadas

Jaguariúna promove ações do Agosto Lilás contra a violência à mulher

Câmeras mostram motorista mexendo no celular segundos antes de atropelamento fatal em Jaguariúna

Dia D aplica 537 doses de vacinas em Jaguariúna

Moscay
Notícias em Destaque

Dia D aplica 537 doses de vacinas em Jaguariúna

24 de agosto de 2026

Tempo seco pode agravar problemas respiratórios e de pele em cães e gatos

24 de agosto de 2026

Videogames: Silent Hill: Townfall será exclusivo do PS5 por unicamente seis meses

24 de agosto de 2026

Somos um Jornal que cobre as notícias mais relevantes do município da Jaguariúna, no coração do interior paulista.

Facebook Instagram YouTube
Fique por aqui...

Caiado rebate pergunta sobre reformas: “Não estamos numa mesa examinadora”

 

Jaguariúna promove ações do Agosto Lilás contra a violência à mulher

© 2026 grupo T25.
  • Capa
  • Jaguariuna
  • Atualidades
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Fale conosco

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.